
Eu que não sei da tua vida,
Nem ganho tuas noites de presente,
Não sorrio teu "sorriso despedida,"
Não beijo a tua boca inconseqüente.
Eu que não me permito saudade
Do que seria a morte por constrangimento
No cheiro dos pêlos úmidos do teu peito,
Da umidade do meu corpo, liquefeito.
Nem adivinho surpresa contida
Neste teu olhar, debochado
Neste teu caminhar enviesado
Neste teu brincar com a minha vida,inspirando-me fantasias
mais queridas,..meu menino, homem lindo..pricipe encantado
"Eu que não digo teu nome
Eu que não te faço comida,
Eu que não te dou a medida
Do que por dentro me consome. "
Eu que não espero teus passos
Eu que não te chamo de amor,
Não te acalento em meus braços.
Nem te confesso minha dor.
Eu que não mostro o meu amar
Nem profetizo o meu lamento
Quando imagino o momento ludico
que vinrás ao meu encontro
Aos poucos minha alegria se esvai gota a gota .
E como não grito teu nome.
Sequer saboreio teus dias
Resistindo às tuas magias
Vivo e vou morrendo de fome.
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